Família Rabello

A família Rabello tem como início junto com um dos maiores investidores da cidade: Jovelino Rabelo, como a cidade abreviou. Jovelino da Costa Rabello nasceu em 1887, em Japão de Oliveira, atual Carmópolis de Minas. Filho de Luís Rabello Costa  e Alexandrina Cândida de Figueiredo, casou-se com Dolores Aguiar Rabelo. Seus filhos são Rodi, Reny, Rodira, Célio e Célia.

Na infância, ajudava o pai na roça. Com a ajuda da mãe, muda-se para Crucilândia, onde não consegue sucesso e depois Mateus Leme. Até conseguir montar seu forno e vender pão em Mateus Leme, passa muita necessidade. Lá abre também uma serralheria e por causa dela, muda-se de vez para Divinópolis.

Casa-se com Dolores, e continua fornecendo madeira em Mateus Leme e Divinópolis. Ingressa na política. Em 1918, funda sua primeira indústria: J. Rabelo e Cia, com Camilo Rinaldi e João Notini. Começa como serralheria. Logo em seguida, abre uma oficina junto a essa empresa. Muda para AS, e monta o primeiro forno, transformando em indústria de ferro gusa.

Depois abre a fábrica de serragem e material de construção, Concessionária Ford e casas de autopeças e posto de gasolina.

Em 1919, elege-se vereador pelo PR. Constrói a Santa Casa, Hospital Nossa Senhora Aparecida, que foi provedor durante dezoito anos.  Na década de 20, monta sua primeira fundição do Oeste de Minas e consegue verba para abastecimento de água e luz para Divinópolis e Carmo do Cajuru.

Em 1931, apoia a zona rural. Isso contribui significativamente para atendimento da Usina do Gravatá e manter a cidade abastecida durante a 2ª Guerra Mundial. Em 1936, é eleito vereador, mas a Câmara é extinta no ano seguinte. Funda a FITED com seus parceiros, a Companhia Mineira de Siderurgia, a Companhia Açucareira de Lagoa da Prata, a Companhia Melhoramentos de Divinópolis e a Companhia de Laminação e Cimento Portland Pains. Para suprir a necessidade de eucalipto, adquire terras.

Foi eleito prefeito em 1947. Com a colaboração de Coronel Antõnio Alves Cabral, consegue verbas para o Aeroporto de Divinópois. Trouxe ainda emprego, água, iluminação, melhorias para a cidade e região. Funda a Rádio Cultura em Divinópolis.

Para seguir seus passoas, Rodi, seu filho administra como um dos diretores a Companhia Melhoramentos Divinópolis.

Seu sobrinho, Dulphe Pinto de Aguiar, trabalhou no Hospital, e em diversos empreendimentos do tio. Seu sobrinho Mayrink Pinto de Aguiar manteve a Rádio Cultura, crescendo o patrimônio da empresa até se formar o Sistema MPA de Comunicação.

 

Fonte: RAPOSO, Mauro Corgosinho. Jovelino Rabelo

Família Mourão

José Mendes Mourão nasceu em 1886, em São Gonçalo do Pará. Era filho de José de Freitas Mourão (Zé Bravo) e neto de Bernardino de Freitas Mourão, ambos fazendeiros conhecidos em São Gonçalo do Pará. Vem para Divinópolis, onde se casa com Maria Mesquita. Teve doze filhos.

José Mourão foi ativo tanto na política quanto na comunicação. Trouxe para a cidade o Jornal “Porta-Voz” e atuou como jornalista no “Divinópolis Jornal”. Foi vereador e fez parte do grupo que lutou pela emancipação de Divinópolis.

Seus filhos foram Damaci, Amélia, Dulce, Arísio, Nylce, Maria Auxiliadora, José, Otto, Leonice, Calrinda e Walter.

Damaci foi casada com Narciso Jacob Pietra. Seus filhos são  Jaci, Maria José, Ivone, Maria Eni e Petrônio.

Amélia casou-se com Waldemar Pereira de Vasconcellos, tem como filhos Dirceu, Walter e Waldirce.

Alvimar: filho mais ilustre de Sr. José e D. Maria, casou-se com Ana Maria Luchesi. Foi prefeito de Divinópolis, vereador, comerciante, atuou ao lado de Sebastão Gomes Guimarães. Foi um dos criadores da UDN em Divinópolis. Teve ainda uma das primeiras concessionárias.

Nylce casou-se com José Gontijo da Silva, e teve como filhos Romeu, Romilda, Ronaldo, Rosângela, Rosenwald, Rosália e Rosenilce. Nascida em Itaúna, 02/06/1920, filha de José Mendes Mourão e Maria Mesquita Mourão. Cursou a Escola Normal “Dr. Mario Cassasanta”. Seu livro “Lágrimas e Sorrisos” tem na sua segunda edição um novo formato. Participa da Antologia da ADL. Ocupa a cadeira de nº15, cujo patrono é Humberto Campos

Maria Auxiliadora casou-se com José Theodoro da Silva.

José casou-se com Eremita Rocha e teve como filhos Leda, Edgar, Eliane, Ricardo e Flávio.

Otto se casou com Sebastiana Rodrigues e teve Neusa Maria.

Leonice casa-se com Geraldo de Magalhães Pontes e teve como filhos Meibe, Nice, Clarice, Túlio, Caio, Públio, Aulus, Marcus e Klauss.

Túlio Mourão se destaca na música Brasileira, tocando com artistas consagrados como Milton Nascimento. Participou do grupo “Os Mutantes”. Aullus Mourão também se destaca na música, como professor e em apresentações.

Clarinda casa-se com José Sabino Neto e tem como filhos Ronan, Igor, Dulce e Valéria.

Fontes:

– MOURÂO, Maria Mesquita. Minhas Memórias

– MOURÃO, Anamaria. Mamma Mia.

 

Família Sabatino

Em 1927, Antônio Sabatino veio para o Brasil. Já conhecia de música, mas aqui conheceu o Carnaval, e trouxe da Itália a paixão pelo futebol.

Quando chega em Divinópolis, começa a incentivar as duas paixões. Com o carnaval, incentiva a cultura e o samba. Participa da Banda Jazz Band dos Santinhos, e lidera a torcida do Flamengo Esporte Clube. Foi um dos fundadores do Divinópolis Clube.

Torna-se dirigente do Flamengo em Divinópolis e cria rivalidades históricas. As principais foram com os times da cidade, Ferroviário Atlético clube, Guarani, Palmeiras e Vasco.

Casa-se com Alice, irmã de Alda Pirfo. Por esse motivo, Carlo Pirfo decide morar em Divinópolis quando Alda adoece.

Começou trabalhando como sapateiro, mas logo abriu a fábrica de curtume, em sociedade com Ítalo Milano. Com o dinheiro da fábrica, começa a investir em imóveis. O principal foi a Vila Sabatino.

Fonte: MOURÃO, Anamaria. Mamma Mia

Família Biondini

Achilles Biondini e sua esposa Luzia vieram ao Brasil para construir uma nova vida. Trouxeram apenas três dos seus quatro filhos: Ernestina, florida, Benavemita, deixando apenas Catherina com a irmã da mãe por ser muito pequena.

Já no Brasil, tiveram mais cinco filhos: Rita, Mariano, Laudomilla, José e Sebastião. Em Divinópolis, abrem uma sapataria, onde todos ajudavam.

Quando adulto, Mariano Biondini se casa com Dagmar Machado, que morre logo após o nascimento de Marisa. A menina então é criada pela Tia Rita e se torna amiga das meninas Sylvia e Glória Luchesi Rinaldi.

Rita se casa com Enrico Scarioli, tendo como filhos Judite e Ubaldo. Enrico nasceu em Roma, no ano de 1890 e veio para Divinópolis aos 14 anos. Trabalhou como carpinteiro, depois conseguiu emprego na “móveis Natividade”. Em seu casamento com Rita, teve dois filhos: Judite e Ubaldo. Trabalharam todos no restaurante mais chique da época, “Chez Salim”, onde ficaram conhecidos pelo “Filé a Scarioli”.

Flórida se casa com Modesto Adriano.

Em 1939, tentam buscar a irmã Catherina na Itália. Ela já está casada e com cinco filhos. O marido e os três filhos mais velhos estavam na guerra, motivo do qual ela não quis vir ao Brasil. Seu filho Zacharias, ao retornar da guerra, resolve vir para Divinópolis, e consegue emprego na Siderúrgica Perene. Já estabelecido, casa-se com Marisa Pollarini e tem três filhos.

Fonte: MOURÃO, Anamaria. Mamma Mia

 

Família Pirfo

Carlo Pirfo é militar influente dentre as patentes italianas. Em visita ao Brasil, conhece D. Alda, por quem se apaixona. Ela vai com ele quando o capitão tem que retornar a terra natal. Lá nascem Myriam, Romano, Maria Rosária e Mássimo.  Saindo do exército, assume papel fundamental no Ministério do Exército Italiano.

Quando a esposa adoece, ele decide que é hora de aposentar. Retornam ao Brasil, para que ela morresse perto de seus parentes. O local escolhido foi Divinópolis, município ao lado de Itaúna onde sua irmã Alda residia.

Myriam sempre morou em Divinópolis após voltar para a terra de sua mãe. Romano ajudou na construção da FADOM e morreu como Procurador da República.

 

Fonte: MOURÂO, Anamaria. Mamma Mia.

Família Mattos

A família Mattos era original de Itaúna, cidade vizinha a Divinópolis. Seu filho, Antônio Gonçalves de Matos, nasce em 1908. Em 1932, recém-formado, resolve mudar-se para Divinópolis.

Em 1936, é chamado para substituir Pedro X. Gontijo, que foi deposto pelo governador Benedito Valadares. Muito estimado por políticos na capital, traz melhorias significativas para a cidade.

Casou-se com Ermelinda Pereira, e teve cinco filhos. Os quatro primeiros residem em Belo Horizonte e a ultima, em Itaúna. Marco Antônio se casou com Ieda, Marilda com Ricardo Fiuza, Marli com Celso Freitas, Suzi com Alfredo Buzelim e Liliane com Washington de Oliveira.

Em seus mandatos (onze anos no total), Dr. Didi, como era conhecido, incentivou diversos projetos. O primeiro foi jardinar a Praça Benjamim Constant, depois renomeada Praça Pedro X. Gontijo.  Além desses, colocou a ponte de concreto sobre o Rio Itapecerica, ligando o Bairro Niterói com a cidade, abriu portas para a criação do aeroporto, a Usina de Álcool Motor, ferrovia, bancos. Abriu ruas, como a Getúlio Vargas (antes Ypiranga), Paraíba, João Notini, e Oeste de Minas. Calçou e arborizou as ruas centrais.

Com o anseio de ligar Belo Horizonte a Oliveira e Araxá, cria-se um projeto para criação de uma estrada que passa por Pará de Minas e Divinópolis. Na entrada dessa estrada criou-se também uma usina elétrica, a Cachoeira do gafanhoto, hoje coberta.

Ainda como prefeito, inaugurou as Escolas D. Antônia Valadares, Miguel Couto, apoiou as irmãs de caridade quando assumiram a escola Normal, hoje Instituto do Sagrado Coração e reformou outras já existentes.

Entre as indústrias, junto com Jovelino Rabelo, ajuda a criar a FITEDI, a Siderúrigica Pains e outros empreendimentos. Como seu salário de prefeito era irrisório, a seu pedido, gerenciou diversas empresas, deu aulas nas escolas e foi gerente do Banco Distrital, que faliu pouco depois.

Para a cultura local, auxiliou na criação do Divinópolis Clube e da Praça de Esportes, atual DTC. Incentivou times locais,  a criação de praças e ainda o Cine Alhambra.

Após seu último mandato, a família Mattos se muda pra Belo Horizonte, para que assuma um cargo no Tribunal do Trabalho como juiz. Só se afasta após um derrame, morrendo em 1945.

Seus filhos continuam na capital, com exceção de Liliane, que foi morar em Itaúna.

Fonte: RAPOSO, Mauro Corgozinho. Antônio GOnçalves de Matos, Dr. Didi

Família Cônsoli

 

O casal Bento e Clara vem de Veneza e estabelecem em Pouso Alegre com seus seis filhos, entre eles, Ítalo.

Ítalo aprende a pilotar aviões, e se torna instrutor de vôo. Em 1945, ele tem conhecimento de um aeroporto moderno, onde poderia dar aulas. Com isso, muda-se para  Divinópolis. Entre seus alunos estão Dinho Mourão e Caubi Notini.

Casa-se com Maria Toledo, e tem cinco filhos. Muda-se para Bom Despacho onde nascem mais três herdeiros. Retorna para Divinópolis em 12950.

Seu filho Carlos segue o exemplo de seu pai e abre uma escola de instrutores em 1965. A única diferença é que ao invés de pilotar aviões, ensina a dirigir carros. Junto com sua esposa Olívia, começa com a compra de um Fusca, ano 1972 e a empresa segue até os dias de hoje.

 

Fonte:

– MOURÃO, Anamaria. Mamma Mia

– Site www.consoli.com.br

Família Senni

O casal Giusepe e Ana Seni vem ao Brasil trazendo seus filhos Anitta, Sara e Mário. Seguem para Juiz de Fora, de onde são contratados para a lavoura em Carmópolis de Minas.

José, em meio a uma injustiça, enfrenta o patrão. Com isso, abre seu próprio negócio como sapateiro. Por sua fama de justo e bravo, acaba por se tornar delegado na cidade.

Em 1912, muda-se para Divinópolis. Seu lucro se deve ao borzequim, um tipo de calçado que se torna moda na época. Além de sapateiro, também é nomeado oficial de justiça.

 

Fonte: MOURÃO, Anamaria. Mamma Mia

 

Família Notini

A família Notini veio da Itália, pelo Sr. Antônio Notini. Seus irmãos, todos da região da Toscana, foram para os Estados Unidos da América, ou permaneceram em na Itália. Antônio se casou com Damante Vitoi Notini pouco antes de vir para o Brasil e fixar-se em Cláudio e logo em seguida mudou-se para Carmo da Mata, por lembrar bastante sua terra natal. Ainda trouxe os seus cunhados e sobrinhos a nova terra. Sr. Antônio teve 10 filhos, sendo que João Notini e Licinio Notini (Cinico) vieram estabelecer em Divinópolis/MG.

João Notini começou sua carreira ao lado dos irmãos em Carmo da Mata, administrando a casa comercial da família. Casou-se com Odete Pereira Notini, mas não teve filhos. Apenas criou o sobrinho Petrônio Pereira Bax.

Em 1917, faz sociedade com os Michelini e Rinaldi, conterrâneos dos pais na Toscana. O empório vendia de tudo, no varejo e no atacado. Abriu outra loja na esquina da Rua Primeiro de Junho com Rio de Janeiro, que vendia tecidos. Os negócios foram prósperos e tiveram continuidade com a J. Rabelo, em sociedade com Jovelino Rabelo.

Junto com diversos sócios, entre eles o irmão Licínio Notini, criou a Fábrica de Tecidos. Além das atividades comerciais, exerceu a política, eleito presidente da Câmara Municipal, com posse em 01/01/1923. Realizou obras significativas, como a doação do terreno aos Franciscanos para o Colégio Seráfico e Santuário de Santo Antônio e incorporação do distrito de Santo Antônio dos Campos (Ermida). Construiu a Cadeia do Fórum e o cemitério do centro.

Sua casa também era centro de atividade social. Recebeu diversos nomes importantes como o Governador Benedito Valadares. Quando faleceu, Sra. Odete mudou para Belo Horizonte e contraiu núpcias com Carlos Falci, ressentindo a sociedade divinopolitana.

Seu irmão caçula, Licinio, seguiu os passos da família. Com a morte da mãe, teve atenção redobrada de pai e irmãos. As irmãs ensinaram as primeiras letras. Sempre bastante trabalhador, retorna de seus estudos em Oliveira, entra em sociedade com seus irmãos na casa comercial em Carmo da Mata.

Licinio se transfere para Divinópolis quando compra a Usina Hidrelétrica, recém-construída em Divinópolis. Em 36 anos de trabalho, de 10/06/1923 a 1959, trouxe grande progresso para a cidade, até a concessão ser transferida para a Cemig. Após esse período, forneceu energia apenas para os negócios da família.

Para a criação da Fábrica de Tecidos, a Cia Fiação e Tecelagem Divinópolis – FITEDI, os irmãos Licinio e João tiveram grande importância.  A iniciativa foi do Licinio, e teve como colaboradores: João Notini, Jovelino Rabelo, Joaquim Afonso Rodrigues, José Jaime Soares, Antônio Amâncio Correa, Miguel Gontijo da Fonseca e Francisco Hilário Ribeiro.

A assembleia se deu na Prefeitura Municipal e compareceram 303 dos 461 subscritores do capital social.  Foi escolhida a diretoria: Joaquim Afonso Rodrigues (presidente), Licinio Notini (Secretário) e Antônio Amâncio Correa (tesoureiro). Meses depois, Jovelino Rabelo assumiu a tesouraria após a renúncia de Antônio. Para Gerente da fábrica, recomendou-se Antônio Nascimento Teixeira.

Em 1957, Jovelino Rabelo retira-se das atividades e em 1962 morre Joaquim Afonso rodrigues. Para superar esse impasse, Licinio confiou a direção aos filhos Fábio, Fausto e Cauby. Fausto seria substituído pelo irmão mais novo, Caio, para assumir outras responsabilidades.

Em 1972, Licinio falece, e em seguida, 1974, morre Caio Lúcio. Em 1984, Morrem Cauby e Fábio. Já em 1974, Marco Aurélio, filho de Fábio, assume a gerência da fábrica, onde sua irmã Myrian já trabalhava. Hoje a FITEDI se origina de três grupos familiares de seu principal fundador.

Licínio teve 8 filhos, sendo eles: Fábio, Fausto, Márcio, Marina, Cauby, Caio, Iara e Ieda.  Fábio Notini teve destaque em frente a direção da FITEDI e como político. Em 1958 foi eleito Vereador e em 1962 a Prefeito de Divinópolis. Em 1966, foi eleito deputado Estadual. Em 1976, renunciou a  Assembleia para assumir novamente a Prefeitura, até 1982, quando adoeceu.

Com Maria Célia, teve 3 filhos. Marco Aurélio, casado com Edel Caldas Machado Notini, com quem teve Gustavo e Guilherme. Myryan Teresa, presidente do conselho da FITEDI. Fábio Lúcio, casado com Ana Paula Carneiro Notini, com quem teve Fábio  e Paulo.

Fausto Notini, irmão de Fábio, foi representante de veículos DKV, diretor da FITEDI e fundou a DIVISA. Foi pai de Ricardo, Carla Eugênica e Roberto. Carla se casou com Adauto Ribeiral Magalhães, com quem teve Igor e Laura. Roberto teve Eric.

Márcio Botelho Notini dirigiu a Siderúrgica São Marcos, foi vereador em Divinópolis e fazendeiro em Carmo da Mata. Teve como filhos Marcelo, Márcia, Marco Antônio e Jaqueline. Marcelo se casou com Maurília e teve Marcela e Murilo. Márcia foi casada com José Francisco e teve André e Luís Gustavo. Marco Antônio teve Matheus. Jaqueline se casou com Aulus Mourão Pontes e teve Vitor e Felipe.

Marina se casou com José Francisco Greco e teve Luiz Eduardo.

Fonte: Livro Família Notini. CARVALHO, Lineu de